Pessoal,
Uma apresentação interessante sobre o modelo de inovação aberto vs fechado apresentado no evento Open Innovation.

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Uma apresentação interessante sobre o modelo de inovação aberto vs fechado apresentado no evento Open Innovation.

Pessoal,
Segue nesse post uma apresentação disponível no slideshare muito boa sobre arquitetura de solftware, com foco no papel e nas atividades que um arquiteto de software tem que desempenhar num projeto. Vale a pena ver!!
Se não conseguir acessar a apresentação, clique aqui.

Pessoal,
Para quem não sabe por onde começar quando se fala de processo de desenvolvimento de software, o projeto Eclipse Process Framework – EPF, mantido pela eclipse.org, disponibiliza o processo OpenUP. O OpenUp pode ser um caminho muito interessante pois foi construído utilizando práticas e metodologias consolidadas no mercado.
O OpenUP é um Processo Unificado que aplica uma abordagem iterativa e incremental dentro de um ciclo de vida estruturado. O OpenUP abraça uma filosofia pragmática e ágil que foca na natureza colaborativa do desenvolvimento de software. É um processo independente de ferramenta e de pouca cerimônia que pode ser estendido para direcionar uma grande variedade de tipos de projeto.
Um aspecto importante do OpenUP é a forma como são suportados os seus quatro princípios fundamentais. São eles:
- Equilibrar as prioridades concorrentes para maximizar o benefício aos Stakeholders: Promover práticas que permitam aos participantes do projeto e aos Stakeholders desenvolver uma solução que maximize os benefícios para o Stakeholder, e que seja compatível com as restrições impostas ao projeto.
- Colaborar para alinhar os interesses e compartilhar o entendimento: Promover práticas que estimulem um ambiente de equipe saudável, permitam a colaboração e desenvolvam uma compreensão compartilhada do projeto.
- Focar na arquitetura, o mais cedo possível, para reduzir o risco e organizar o desenvolvimento: Promover práticas que permitam à equipe focar na arquitetura para reduzir o risco e organizar o desenvolvimento.
- Evoluir para continuamente obter feedback e promover melhorias: Promover práticas que permitam à equipe obter feedback dos Stakeholders, o mais cedo possível e de forma contínua, e demonstrar valor incremental para eles.
Vale a pena conferir!

Pessoal,
Tenho trabalhado fortemente no mentoring de equipes de desenvolvimento nos últimos meses e uma das principais dificuldades dos profissionais está relacionada a falta de entendimento de conceitos fundamentais da Orientação a Objetos. Neste post apresento uma definição para cada um desses conceitos com o intuito de nivelar o entendimento. São eles:
Se vc não concorda com essas definições, coloque seu comentário e vamos nivelar o entendimento e ajudar a comunidade de desenvolvedores.
Essas definições foram retiradas da internet do site do Professor Jorge H C Fernandes. Para maiores informações, clique aqui e acesse o site.

Pessoal,
Estou fazendo o MBA em Engenharia de Software na UFRJ e tenho estudado muito sobre os conceitos fundamentais envolvidos na Engenharia de Software. Começa aqui uma série de post’s com o objetivo de compartilhar com a comunidade de desenvolvimento os conhecimentos adquiridos sobre o SWEBOK.
Para iniciarmos, é importante termos em mente que
“Engenharia de Software é a uma área de interesse (disciplina) preocupada com a criação e manutenção de aplicações de software pela aplicação de tecnologias e práticas da ciência da computação, gerência de projetos, engenharia, domínios de aplicação e outros campos”.
“Engenharia de software é uma disciplina que está em desenvolvimento e existe uma grande tendência ao aumento no seu nível de maturidade, mas não é uma disciplina legítima de engenharia, nem uma profissão reconhecida”.
O Swebok (Software Engineering Body of Knowledge) é uma iniciativa da IEEE Computer Society que tem o propósito de criar um consenso sobre as áreas de conhecimento da engenharia de software e seu escopo. Começou como uma colaboração entre IEEE CS, ACM e a Université du Québec à Montréal e contou com a participação internacional da indústria, sociedades de profissionais, academia e autores. Os objetivos do Swebok são:
O Swebok está dividido em partes para facilitar o entendimento e possibilitar a especialização. Cada parte é chamada de Área de Conhecimento. As áreas de conhecimento definidas são:
Nos próximos post’s estarei detalhando as área de conhecimentos e suas aplicações.
Se vc quiser ter mais informações, segue abaixo alguns link’s interessantes:
- http://www.swebok.org/
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_de_software
- http://www.xexeo.org

Pessoal,
Tenho passado por um problema aqui no trabalho que é muito comum nos projetos de SOA nos dias de hoje. Quando pensamos nos serviços que serão disponibilizados, vem logo a dúvida: Qual a melhor granularidade para os meus serviços?
Tem um post muito interessante feito por Breno Barros, no blog SOA Jounal, que trata deste assunto. Ele apresenta os principais conceitos e demonstra alguns pontos fundamentais para resolver essa questão. Vale a pena ler!
Para acessar o post, acesse o link
http://soa-journal.blogspot.com/2007/08/qual-atomicidade-eou-granularidade-dos.html